O Comitê de Prevenção e Enfrentamento à Covid-19 de Aparecida de Goiânia descartou a possibilidade de..

O Comitê de Prevenção e Enfrentamento à Covid-19 de Aparecida de Goiânia descartou a possibilidade de recomendar novo fechamento do comércio ou medida considerada mais dura em reunião realizada nesta quinta-feira (26). Os técnicos apresentaram números e analisaram o cenário da pandemia no munícipio e diagnosticaram o novo crescimento de casos, mas não consideram a escalada alarmante.

Esta é a primeira reunião do Comitê desde o dia 15 de março, quando houve a suspensão de obrigatoriedade de máscara e retorno de eventos maiores em Aparecida. A partir de então, houve aumento no número de casos, sobretudo com a mudança no clima e realização do Aparecida é Show, com público médio de 60 mil pessoas por dia.

Mais Goiás mostrou que os testes realizados em Aparecida apontam crescimento de número de pessoas com resultado positivo para o coronavírus na cidade. Na semana do dia 17 a 23 de abril, o índice de positividade era de 5,43%. Já na semana seguinte, de 24 a 30, subiu para 6,34%. A primeira semana de abril, esse número alcançou 10,99%. Enquanto entre 8 e 14 de maio, 19,8% dos aparecidenses testados estavam com presença do vírus no organismo. Na semana passada esse número subiu para 21,01%.

De acordo com boletim de Secretaria de Saúde, divulgado na última quarta-feira (25), houve 64 novos casos na cidade nas últimas 24 horas. Aparecida possui 71 casos ativos, que são monitorados por telemedicina, oxímetros e exames ou que estão hospitalizados.

Fechamentos

Neste sentido, o cenário não é considerado alarmante. Havia preocupação do setor empresaria de que essa subida nos casos pudesse significar novos fechamentos. No entanto, a prefeitura sinalizou de que não há necessidade de qualquer restrição maior, nem mesmo volta da obrigatoriedade do uso de máscaras.

Segundo o presidente da Associação Comercial e Industrial da Região Leste de Aparecida (Acirlag), Maione Padeiro, que participou da reunião disse que o empresário e comerciante não suportariam qualquer novo fechamento ou restrição.

“Temos que ter nossas responsabilidades e seguir os protocolos. Além de manter a vacinação, que é a nossa saída”, aponta.